quinta-feira, 3 de novembro de 2011

“A Tréplica”

A Câmara vazia... pensamentos de vereadores Vazio
No Mês passado fui bastante questionado, pelo artigo “Pão e Circo a Gente vê por aqui”, tive oportunidade de conversar com alguns vereadores e também ouvi-los, mas saliento que ter opinião ou não, é uma decisão particular, e eu como um de seus formadores, incluí a minha, que mal há nisso?
Exumar velhos hábitos políticos é enfiar o dedo numa ferida que nunca sara. Os vícios existentes na política segregadora local se perpetuarão caso o silêncio disfarçado de medo continue incrustado nas pessoas. Minha decisão de trazer ao debate um assunto tão polêmico, de fato, foi um ato bem pensado e fruto de uma indignação imensurável, creio que ninguém em sã consciência colocaria toda sua credibilidade e a de seu veículo de comunicação (hoje com 230 mil acessos mensais) como aval de um tema dessa magnitude, e se coloquei é porque sabia do que estava falando.
O artigo não teve por finalidade questionar o nível de cultura de nossos vereadores, mas sim abrir o diálogo sobre ela. Vamos analisar:
Sabemos que a função dos nossos representantes é cobrar da gestão, mas, cobrar com seriedade, sem demagogia e sem “palanque político”, a minha análise é que em Esperança existe sim uma oposição, porém ferrenha, que se preocupa em denegrir a imagem do prefeito imensurávelmente, esquecendo-se do principal: PROJETOS.
Não estou aqui para defender A ou B, até porque quem está na situação também já foi oposição e com toda certeza praticou tais atos, em outro âmbito questionei também o comportamento dos nossos parlamentares, (alguns) que na leitura dos trabalhos, ou até mesmo durante a própria sessão ordinária ficam sorrindo, dormindo e conversando. Bem… Venhamos e convenhamos, Os vereadores só tem duas sessões Ordinárias por semana (isto é, quando tem…) e vão pra brincar, dormir e ainda querem está com a razão?
Enfim… Antes que digam que eu não acompanho as sessões ordinárias da casa, só esclareço que para se fazer uma matéria ou artigo, todo e qualquer jornalista deve ter conhecimento de causa e análise dos fatos para dá sustentação a seu discurso. Eu posso até não ter ido às vezes, mas, como um bom jornalista que tento ser, tenho minhas fontes, afinal “A melhor fonte de informação não é a que sabe tudo, mas a que nos conta o que sabe” (Noblat, 2002).
*Rodolpho Raphael é Graduando em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba e Publicidade e Propaganda pela Faculdade Reinaldo Ramos, atualmente é Assessor Parlamentar na Assembleia Legislativa, Presidente do PMN de Esperança e Editor do PortalNE.

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